sábado, 26 de março de 2011

O que não vem a ser política cultural?


Busque um elemento que tenha importante representação cultural, por exemplo, uma panela de barro, ícone incontestável da cultura capixaba da gema. Faça as paneleiras acreditarem que você vai ajuda-las construindo um galpão para elas desenvolverem seu trabalho. Desloque-as para um galpão quente, mal localizado e sem nenhuma sinalização para os turistas e clientes locais chegarem. Ao mesmo tempo abandone a área onde está a única reserva do barro, matéria prima para a produção das panelas. Perca, desconheça o cadastro de quem estava autorizado a explorar a jazida, derrube a guarita da entrada e retire toda a fiscalização. Deixe ao Deus dará. Se alguém roubar o barro, afirme categoricamente que vai providenciar a segurança do local.
Isto não é política cultural e, acautelem-se, está acontecendo de verdade.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Radiação em Guarapari é maior que em Fukushima

O físico nuclear, Marcos Tadeu Orlando, chefe do Departamento de Física, da Universidade Federal do Espirito Santo fez hoje (25/03/2011) o primeiro alerta de malignidade das areias monazíticas de Guarapari. Em entrevista à Fernanda Queiroz, na rádio CBN-Vitória ele disse, sem papas na língua, que a areia preta emite uma radiação superior àquela que vem sendo medida no entorno da usina de Fukushima.
Segundo disse, a radioatividade acima dos níveis de normalidade afetam principalmente crianças que fiquem em contato direto com a areia da Praia da Areia Preta por mais de duas horas. Os raios gama emitidos pela radiação podem promover importantes alterações no DNA das crianças e nenhum efeito maléfico em idosos, pelo contrário, trazendo benefícios já conhecidos para problemas de artrites, artroses como já conhecido.
O físico afirmou categoricamente que não leva seus filhos àquela praia de jeito nenhum e não aconselha que os pais não deixem as crianças por muito tempo expostas à radiação das famosas areias monazíticas que contêm tório e urânio. Ele alertou que a seis metros, andando no calçadão da praia não há perigo. Apenas o contato direto com a areia é capaz trazer problemas em organismos em formação. Mas desaconselhou levar a areia para casa.
Ao ouvir a entrevista, lembrei que há alguns anos entrevistei um dos médicos que desenvolvem um programa de combate ao câncer de pele e ele me fazia o mesmo alerta. Mas não queria assumir publicamente, pois sofreria grande pressão dos interesses que fazem de Guarapari uma cidade turística, cognominada de “cidade saúde”. Mas ele lembrou que é muito difícil ver cachorros de rua no Centro de Guarapari porque a radiação é fatal para eles.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Caixa Econômica maltrata cliente idoso

Todos os manuais de marketing ensinam como uma empresa deve tratar seus clientes. Lembrar que o cliente é quem mantém a empresa viva no mercado não é mais nenhuma novidade, mas no Brasil ainda estamos na idade da pedra do marketing. Até um banco do tamanho da Caixa Econômica Federal parece que não estudou a cartilha do marketing. Querem um exemplo?

A agência da Caixa localizada na principal avenida do centro de Vitória está mudando para um bairro ao norte da capital. Como a agência comunicou aos seus correntistas? Apenas colou na porta de vidro da entrada da agência um pequeno comunicado (metade de uma folha A4) ao lado vários outros, nem sempre lidos, por conterem muita propaganda dos serviços do banco.

Comunicou errado. Deveria, ao menos ter enviado correspondência para cada correntista da agência informando a mudança de endereço e as alternativas para quem não quisesse continuar a operar com a agência no novo endereço, a cerca de 11 quilômetros de distância.

No lugar da criar facilidades para o cliente, preferiu empurrar com a barriga e levar todas as contas para o novo endereço, mesmo se o cliente fosse idoso, tivesse mais de 80 anos e precisasse pegar ônibus para se locomover até o novo endereço. Uma crueldade.

Sou testemunha desse desrespeito. Questionei à gerente sobre as alternativas. Abrir uma conta em outra agência no mesmo centro de Vitória, respondeu. Terei que ir à agencia e abrir uma conta como um cliente novo? Sim, disse ela, sem se importar com o tempo que o cliente mantém sua conta no banco. Vocês poderiam criar facilidades para os antigos clientes, como usar o banco de dados da Caixa e simplesmente transferir a conta para outra agência, disse, ao que ela justificou que o banco de dados não é integrado entre as agências.

O idoso, de 84 anos teve que se deslocar até a outra agência como se fosse abrir uma conta no banco pela primeira vez e ainda teve que esperar por uma hora e meia para conseguir fazer o novo cadastro, da nova conta, na nova agência do antigo cliente que será tratado como recém-cadastrado. Desculpem, disse a atendente, é que o sistema está lento.

Outra visita ao Queimado

Não sei categorizar exatamente se é documentário, se é videoarte ou algo parecido, mas é mais uma manifestação, uma oportunidade que tenho para expressar meu fascínio pela saga dos escravos de São José do Queimado.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Uma visão do Queimado

No domingo, dia, 21 de março, um grupo selecionado de cerca de 200 pessoas se encontrou no adro das ruínas da igreja de São José, no distrito serrano do Queimado, para exaltar os mártires do que se chamou de "Insurreição do Queimado", a maior revolta de escravos ocorrida no Espírito Santo. A revolta, ocorrida no dia dedicado a São José, em 19 de março de 1849, ainda hoje gera muitas dúvidas sobre sua motivação, embora o objetivo maior tenha sido a busca por cartas de alforria supostamente prometidas pelo frade capuchinho, Gregório Maria de Bene, um italiano que se dizia amigo da Imperatriz, Maria Cristina, também italiana, o que, segundo ele, lhe daria o poder de negociar a liberdade dos escravos que ajudassem a construir igreja na então freguezia. A história vem sendo contada por tradição oral tendo a maioria dos estudos acadêmicos se baseado numa monografia escrita por um jovem advogado de 25 anos, Afonso Cláudio de Freitas Rosa, nascido dez anos após o levante, filho de uma família escravocrata proprietária de uma grande fazenda no distrito de Mangaraí, distante poucos quilômetros do Queimado e onde se refugiaram muitos dos insurgentes após o fracasso da empreitada. Afonso Cláudio que viria a ser o primeiro governador do Espírito Santo no período republicano era um devotado abolicionista, inspirado pelos ventos que já então sopravam na época de seus estudos no Recife.

Sua tese se baseia desde então na tradição oral, embora tivesse tido a oportunidade entrevistar um dos insurgentes, Carlos, que escapou da sanha dos capitães do mato e das guerrilhas criadas para trucidar os insurrectos. Quando publicou sua monografia, em novembro de 1884, até mesmo todo o processo da devassa, que culminou com o julgamento de cinco líderes à forca, havia desparecido. Assim, Afonso Cláudio se conteve em manter a versão apresentado pelo advogado de defesa dos acusados, João Clímaco de Alvarenga Rangel, curiosamente a família que era proprietária de três importantes líderes do movimento, os irmãos Carlos, João Pequeno e Elisiário.

Parece paradoxal que um senhor de escravos decida incorporar o papel de advogado de defesa dos negros rebelados, enquanto toda a sociedade da província na época queria se vingar com sangue tamanha ousadia. João Clímaco era também um padre com visão humanista e ligado ao padroado, que não servia aos dogmas de Roma, mas aos interesses do império. Além disso, era uma dos mais brilhantes intelectuais da sua época, poeta, ajudou da organização da criação da Assembleia Provincial e foi o primeiro presidente da casa legislativa. Era um grande orador, embora limitado pelo lábio leporino e tinha posições próprias, tanto que foi determinante para seu futuro político seu posicionamento contra a regência, que estabeleceu a figura do príncipe regente (D. Pedro II), logo após a partida do seu pai de volta a Portugal.

Foi vencido e traído por seus pares, tendo sido vítima de golpes cruéis e perdido uma eleição por fraude na apuração. Desencantou-se com a vida pública, passou a dar aulas de latim no Liceu e deixou de viver em sua casa no centro de Vitória e passou a se interessar mais pelas atividades de sua fazenda, no Queimado, a qual havia recebido de herança e dividido entre oito irmãos. Na sua fazenda, de nome Peráu, plantava cana, fabricava açúcar, tinha um plantio de café, poucos escravos e algum gado a quem dava nome a cada cabeça. Teve duas filhas e é uma grande incógnita se eram filhas ou não de alguma escrava.

A tese apresentada por Clímaco no tribunal que tentava a absolvição de todos os 36 negros presos era de que a responsabilidade pelo movimento era exclusivamente do Frei Gregório que havia prometido a liberdade se os escravos o ajudassem a construir a igreja de São José, acusação que o frade se eximia. O Frade teve como pena sua expulsão da Província para em seguida ser enviado para serviços de catequese entre os índios do Amazonas, trabalho que era a razão de ele ter buscado ser missionário no Brasil. Lá, faleceu já idoso poucos anos depois, mas ficou registrado por alguns visitantes estrangeiros que ele era um importante mercador de crianças indígenas para comerciantes da região do Alto Rio Negro. Ou seja, vendia escravos infantis.

Clímaco foi derrotado pelo ódio e pelo medo dos brancos escravocratas e tomou uma decisão que mais o exilou da civilização: financiou a fuga dos seus escravos que se embrenharam pelas matas de Mangaraí e escaparam das buscas dos capitães do mato. Viveram e morreram de doenças tropicais, mas sempre auxiliados por Clímaco.

O relato das atrocidades cometidas contra os negros, a maioria crioulos, ou seja, eram nascidos no Brasil, além das torturas, maus tratos, açoites e execuções sumárias, mostra também casos de suicídio para abreviar a pena de viver nas condições de encarceramento na época, pior ainda que os dias de hoje. Consta que um deles, internado na Santa Casa de Misericórdia, após contrair tuberculose fruto das 500 chibatadas a que foi apenado, raspou com os dentes a cal a cobria as paredes do hospital no intuito de tirar sua própria vida. Pois vida já não mais havia pela frente.

A história da Insurreição do Queimado é rica em elementos dramáticos e vazios não devidamente esclarecidos que permitem releituras a favor de quem as conta. Na exaltação ocorrida este ano não foi diferente. Nos discursos que se alongaram por toda a manhã ensolarada do domingo muitos equívocos históricos foram difundidos como verdade, mas não empanaram a necessária rememoração dos eventos funestos de 1849 e 1850, quando dois dos cinco condenados à forca foram levados ao patíbulo, João da Viúva Monteiro e Chico Prego.

O evento de 2010, que comemorou 161 anos da insurreição, foi uma manifestação religiosa, com ritos católicos, umbandistas e do candomblé, além de apresentações de banda de congo, capoeira e maculelê. As fotos que acompanham o texto são a reprodução deste dia.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O futuro que se espera para o TJ


A gestão de crises é uma ciência nova, associada à comunicação corporativa, mas que está diretamente ligada a administração (de empresas ou instituições públicas) e à verdade (leia-se ética). O Espírito Santo vive hoje uma crise grave gerada por elementos do Poder Judiciário, um poder poderosíssimo, (desculpem os leitores a redundância) que exige uma competente gestão de crise.

Em processo de sangramento público há um ano o Tribunal de Justiça é alvo de uma devassa, que ao abrir sua “caixa preta” (comprovação de venda de sentenças e, principalmente, da suspensão do sigilo processual) descortinou doutos desembargadores se engalfinhando em negociatas inomináveis. Aos capixabas foi escancarado o quanto desembargadores e juízes se veem acima do bem e do mal, (abaixo somente de Deus) a desafiar toda e qualquer ética e a usar expressões tão chulas como é comum na Casa de Passagem, por pura ganância, para defender o “seu”.

Analisada sob o prisma da gestão de crise, o fim dessa patuscada ainda está longe, na medida em que apenas um membro dessa camarilha foi julgado, faltando, pois, todos os demais (e não são poucos). Quanto tempo mais irá sangrar o egrégio TJ aos olhos atentos do cidadão contribuinte? O que fazer para o TJ recuperar sua imagem de ser a mais elevada corte de “justiça” do Estado?

Este cidadão ainda não se pronunciou, mas o governador do Estado já pediu tranquilidade à população. Nem mesmo o portal gazetaonline permitiu comentários em suas matérias sobre o caso, que poderiam mostrar o nível da indignação pública. Uma pena.

Ao espectador comum é possível que a crise seja esquecida um dia ou, para outros, seja sempre lembrada como marco, de tal forma que nunca mais na história se repita corrupção desta monta. De um jeito ou do outro a gestão de crise deve agir desde já, e não pode ser apenas uma atividade de comunicação corporativa, mas de todo um conjunto de forças interessadas em salvar a imagem do TJ, pois do contrário sobrará ao cidadão confiar apenas na justiça divina.

E as primeiras destas forças estão dentro do próprio TJ que julgarão seus pares. Não defendo o rito sumário, mas a agilidade dos processos é essencial para estancar o sangramento, que não pode se alongar por semanas ou meses. Na medicina o paciente que perde muito sangue corre o risco de chegar rapidamente ao óbito e aí nem gestão de crise dá jeito. Mas estancar o sangramento não é suficiente, precisa vir acompanhado de atitudes que possam curar tamanha ferida e cicatrizá-la adequadamente.

É certo que a Justiça capixaba se viu nessa situação. Por isso as ações futuras serão inéditas e vão carecer de homens íntegros, que estejam dispostos a realizar uma operação limpeza que fique muito clara aos olhos da sociedade capixaba.

A eles será requisitado questionar sobre a revisão das decisões dos doutos desembargadores e juízes envolvidos que, segundo as denúncias, sofreram interferências inconfessáveis. Rever as decisões será uma atitude importante para a imagem da corte, mas tão importante quanto será a verificação em instâncias inferiores se houve ou não uma contaminação por decantação. Afinal a corrupção costuma fazer escola e se reproduzir em outros níveis, como o “mensalão” no Poder Executivo.

Lembro-me de uma piada antiga que me foi contada pela querida Glecy Coutinho, que dizia que é preciso tomar cuidado ao dirigir, pois caso apareça uma bola rolando na avenida pode vir atrás não uma inocente criança, mas um fiscal da prefeitura ou um juiz.

Mudar a leitura inconsciente que a população faz do Poder Judiciário é tarefa árdua e precisa de homens sérios e fortes, que não deixem o barco naufragar, afinal a Justiça pode ser cega, mas nunca paralítica.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O que ninguém quer ouvir (ou falar) do carnaval de Vitória

Lá se foi o tempo em que o desfile das escolas de samba era tão somente uma manifestação cultural brasileira. Hoje é uma indústria, que como todas as demais, tem como função principal auferir lucros e, no caso, também entreter a população. Quando falo em lucro não estou apenas me referindo a um objetivo financeiro. Com o carnaval é possível também obter dividendos negociais, pessoais, eleitorais e mercadológicos. Há uma cadeia de benefícios para quem investe na cultura. E o carnaval é o senhor dos dividendos não financeiros.
Ganham políticos, aspirantes a políticos, ganham empresários/fornecedores de serviços (desde o ambulante, indústria de bebidas, alimentação, serviços de decoração, roupas (fantasias), até a hora extra dos garis que limpam a passarela do samba após a passagem de uma escola). Eletricistas, seguranças, bailarinos, costureiras, sapateiros, fotógrafos, jurados, maquiadores, cabeleireiros, artistas, taxistas, motoristas e montadores são profissionais requisitados nesse período. Ganha também quem quer continuar a ser presidente de escola, quem quer derrubar presidente de escola; é possível conquistar good wiil (boa vontade) com quem é convidado para camarotes e com isso facilitar o fechamento de um bom negócio; pode-se ganhar um novo amigo e fixar a marca de uma empresa, associando-a ao espetáculo.

É, portanto uma cadeia de ganhos que se entrelaçam sucessivamente com o fim único de promover a satisfação de todos aqueles que se enternecem com o espetáculo carnavalesco.

Para que tudo isso funcione a contento é preciso nada mais nada menos do que muito profissionalismo. E não é isso que se observa no desfile das escolas de samba de Vitória em sua integralidade. É notório que houve um substancial crescimento na capacidade das escolas apresentarem um grande espetáculo, em especial das duas grandes escolas que se sucedem no campeonato dos últimos anos, a Jucutuquara e a MUG. Fora elas, as demais disputam de fato outro campeonato, com destaque para Barreiros, Piedade e Novo Império. Por que esse desnível? Porque a Jucutuquara e a MUG estão a alguns passos à frente? Para essas perguntas há apenas uma resposta: são elas que se profissionalizaram primeiro.

A organização do evento, a cargo da Liga das Escolas de Samba teve que correr atrás das escolas e buscar melhor eficiência. Contrata bambas da samba carioca e paulista para a realização de oficinas, assim como traz jurados “profissionais” das mesmas cidades, que hoje comercializam esses serviços. Uma profissionalização a “fórceps”.

A prefeitura de Vitória passou por uma experiência única. Do ocaso do samba, na administração Paulo Hartung, que suspendeu a realização dos desfiles, à retomada triunfal no Governo que Luiz Paulo, que o sucedeu, retomou a festa e inaugurou a antecipação da data dos desfiles, foi uma rica experiência. A PMV teve que reaprender a fazer o carnaval e todas as suas injunções, como a venda de ingressos, mesas e camarotes que só este ano funcionou a contento. Perdeu-se um tempo precioso de profissionalização.
Tudo isso mostra que o profissionalismo é a pedra fundamental de um evento dessa natureza. Pois, com ele crescem as escolas, oferece-se uma infraestrutura que seja aprovada com antecedência pelo Corpo de Bombeiros e que ordem dos desfiles seja cumprida, coisas que não ocorreram no desfile deste ano.

E o que dizer da transmissão pela TV Capixaba e TVe? Também um fiasco igual? Este ano a animosidade entre os dois canais foi flagrante. A apresentadora da TVe dizia: “Aqui não tem oba oba, temos conteúdo”, a que respondia o apresentador da Capixaba: “nossa transmissão não dá sono e não temos paixão”. E o que se viu ou não se viu, ou se ouviu ou não se ouviu foi uma catástrofe. Da emissora que tem conteúdo não se ouvia muito bem o samba enredo e da que não dava sono, muito por conta da gritaria insana do apresentador, via-se um desfile despedaçado, com imagens que não sustentavam a narração frágil e que não permitiam ao espectador compreender a narrativa do desfile. Também no caso das TVs o profissionalismo padece.

Chegou a hora de união de forças. O Sambão do Povo precisa estar pronto para o carnaval com antecedência. As escolas precisam voltar a ser divididas em categorias para incentivar o estabelecimento de metas e o surgimento de novas agremiações e a transmissão pela TV precisa discutir um pool organizado. Tudo para que os dividendos possam de fato ser obtidos.